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LEI UNIVERSAL DA PROSPERIDADE
ECONOMIA - 23/07/2015


Estamos lendo notícias diárias sobre crise mundial, empresas, cidades e até estados e países que entram em falência. O quadro é similar, emprestaram dinheiro para pagar consumo sem retorno financeiro, as dívidas viraram uma bola de neve que não podiam ser pagos. O verdadeiro problema é que cada um desses devedores violou a Lei universal da prosperidade: produzir mais do que consome. Esta é a forma como ele funciona na natureza, e para os indivíduos. Se você passou a vida inteira endividada, irresponsável e  sempre tomou decisões financeiras idiotas e raramente mantive um emprego ou outra fonte de renda estável, você não prosperou. Se sobreviver foi apenas por que o governo sustentou você com migalhas para você ser o servidor fiel, idiota útil, o eleitor esquerdista para sustentar um governo maligno.

 
Os governos em certos países se tomam o direito a acumular enormes déficits, que hoje chegam a dívidas históricas, e para manter a fachada, fazem  promessas absurdas que  não podem cumprir. Isto é uma violação total e completa da Lei universal da prosperidade. Quando chega esta situação, geralmente há duas opções:
 

O primeiro é que um país é forçado a tornar-se mais competitivo - a mudar rapidamente de curso e começar a produzir mais do que consome. Por exemplo,  uma empresa na beira da falência pode ainda salvar-se,  trazer a pessoa certa. Na sua hora mais escura Apple convidou Steve Jobs e tive uma viravolta de 180 graus. Se uma nação quer produzir, precisa de produtores. Precisam de funcionários talentosos, profissionais, investidores e empresários. Assim, qualquer nação falida que não investi na educação das crianças tem  que tentar sobreviver trazer de fora programas de incentivo e atrair imigrantes, pessoas talentosas e empresas em fase de crescimento e com capital.

 
Não tem como de outra forma obter prosperidade quando descuidou a educação dos filhos. Além de ser obrigado trazer expertise de fora, um governo competente precisa  reduzir os impostos, extinguir a burocracia e estabelecer programas para selecionar, estimular e acolher os estrangeiros talentosos que o país precisa.
 

A segunda opção é capitulação incondicional, entregar o poder de onde que venha a oposição, se força revolucionária ou invasora do exterior. E torcer que dá certo, o que geralmente não é o fato, apenas muda a coreografia, o conteúdo não.

 
Em vez de alterar o seu curso e tentando produzir mais do que consomem, muitas vezes os governos optam por aumentar a burocracia e apreender e confiscar tudo o que for possível. Eles impõem controle de capital, taxas e impostos confiscatórios e destroem ainda mais a produtividade, acabando com criatividade e  poupança das pessoas.
Assim o declínio torna-se mais rápido, arrastando para baixo qualquer um cujos ativos estão ao alcance do governo.
 

É por isso que faz muito sentido ter um Plano B cujo conteúdo é muito simples; em um país à falência, não deve manter contábil o que você conquistou em trabalho para construir a sua vida inteira. Se o seu país não produz mais do que consome, não é seguro para manter 100% de seus ativos nos cofres atingíveis pelo governo (imóveis, contas bancárias, tudo o que precisa ser administrado por bancos ou corretores e contabilizados). O Plano B contempla o investimento em bens não obrigados a declarar ou mudança de investimento para um país de economia saudável.

 

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