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O Marxismo no governo
SOCIEDADE E PODER - 24/07/2016

Mesmo que o comunismo hoje está desvendado e levado a luz para análise e condenação objetiva, aprovados fracassos e terror, o veneno do marxismo pollui mais do que nunca a sociedade. É quando misturado com cristianismo e discretamente operando nos mecanismos da administração e governo que ele é como o mais perigoso.
Desta forma não abertamente declarada, mas modestamente inserido no poder, ele pode ser definido como Marxismo Cultural.  O marxismo clássico declarou-se como defensor daclasse do operário e desafiou o burguês capitalista. O marxismo cultural está inserido dentro da burguesia e sob a lupa, demonstra-se claramente nocivo ao trabalhador e à produção.
Podemos dizer que foi a Escola de Frankfurt que chegou com este conceito, ela misturava Marx com Freud para criar "A Teoria Crítica" e "desconstrução". Através de instituições de ensino superior deu origem ao que hoje chamamos de "politicamente correto". A linhagem é clara e rastreável até Karl Marx.


PRIMEIRA PARALELA: SOCIEDADE TOTALITÁRIA FORÇADA
As paralelas entre o antigo marxismo baseado em teorias de economia e o marxismo cultural são evidentes. O marxismo cultural ou aquilo “politicamente correto”, compartilha com o marxismo clássico a visão de uma "sociedade sem classes", isto é, uma sociedade não apenas de oportunidades iguais, mas de condições iguais.
Como essa visão contradiz a natureza humana - porque as pessoas são diferentes, ela acaba em desigualdade, independente do ponto da partida - a sociedade não vai concordar e precisa ser forçada. Ambas as variantes do marxismo são necessárias a excercer com força. Se não pode usar força bruta, utiliza-se as ferramentas da justiça e do capital, o que está claramente visível em muitos países “democráticos”. Esta é a primeira grande paralelo entre o marxismo clássico e o cultural: ambas são ideologias totalitárias. A natureza totalitária do “politicamente correto” pode ser vista nos campus onde "PC" assuma o poder ideológico na faculdade: as liberdades de expressão, de imprensa, e até mesmo de pensamento são todos eliminados.

 
SEGUNDA PARALELA: DETURPAÇÃO HISTÓRICA
A segunda maior paralela é que ambos, o marxismo econômico clássico e o marxismo cultural pregam explicações similares da história. O marxismo clássico argumenta que toda a história foi determinada pelos proprietários dos meios de produção. Marxismo cultural prega que a história é inteiramente explicada por grupos - definidos por sexo, raça, religião e normalidade sexual ou anormalidade - que tinha o poder sobre os grupos oprimidos.

 
TERCEIRA PARALELA: CLASSIFICAÇÃO ARTIFICIAL DO BEM E DO MAL
A terceira paralela é que ambas as variedades do marxismo declaram certos grupos virtuosos e outros mal a priori, isto é, sem levar em conta o comportamento real dos indivíduos. O marxismo clássico define operários e camponeses como virtuosos e a burguesia (a classe média) como mal. Marxismo cultural define todas as minorias como vítimas; Feministas, homossexuais e outros grupos minoritários são promovidos como virtuosos. Marxismo cultural não reconhece a existência de mulheres não feministas, e define trabalhadores ou imigrantes que rejeitam a “politica correta” como traidores e representantes do mal.

 
QUARTA PARALELA: EXPROPRIAÇÃO

A quarta paralela trata a expropriação. Marxistas clássicas, quando obtiveram o poder, desapropriou a propriedade da burguesia e entregou-a ao Estado, como o "representante" dos operários e os camponeses. Marxistas culturais, quando eles ganham poder (inclusive por meio de nosso próprio governo), estabelecem sanções aos homens proprietários e produtivos.
 

QUINTA PARALELA: TORCENDO FATOS PARA CRIAR OPRESSÃO
Finalmente, ambas as variedades marxistas empregam um método de análise projetado para mostrar a o correto da sua ideologia em cada situação. Para os marxistas clássicos, a análise é baseada em economia. Para os marxistas culturais, a análise é linguística por desconstrução. Desconstrução "prova" que qualquer "texto", do passado ou da presente, ilustra a opressão contra as minorias. Ambas os métodos representam análises falsas que torcem as evidências para chegar a conclusões pré-determinadas, e ainda empregam um ar "científico" para firmar a ideologia.

 
https://www.youtube.com/watch?v=WsnO6bnUhp4


Os conflitos cívis na sociedade tem raízes fortes no marxismo. A caraterística do marxismo é criar desunião na sociedade e "identificar" grupos de conflito, depois apoiam o grupo que definem como "minoria", "vulnerável".
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