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ÉTICA: Extremo Oriente versus Oriente Médio/Ocidente
EDITAL COMPLETO - 19/01/2016

As virtudes e as regras preconizadas pelas filosofias asiáticas, por exemplo pelo budismo, são semelhantes aos encontrados no Ocidente, promovidas pelas religiões abraâmicas (de revelação, de Oriente Médio, sendo  principalmente Cristianismo, Judaísmo e Islã). Encontramos em praticamente qualquer religião as regras sociais básicas - não matar, não roubar, não mentir, etc. - mas o objetivo não é o mesmo. As religiões grandes oriundas de Oriente Médio ensinam que o homem pecador um dia vai responder perante Deus.
 

A filosofia do Extremo Oriente não se importa da montante dos pecados na consciência, ela foca em ações construtivas (progressivas) ou destrutivas (regressivas), analisando quais levam ao sucesso ou fracasso. No budismo os regulamentos e as regras existem para gerar karma boa e evitar karma ruím. (Karma = ações ou intenções).   Seguir as regras é voluntário e praticado apenas por aqueles que se comprometem a fazê-lo, para o seu bem pessoal e para o bem de todos os seres vivos, inclusive a própria natureza. Sendo assim, prevêm-se mecanismos intrínsicas naturais sem a presença de um poder onipotente, pois a própria Natureza penaliza ou recompensa. Para melhor entender, podemos comparar com os mecanismos mercantís quando empresas atuam em concorrência livre e preços, qualidade e venda se autoregularizam dentro do mercado. O Ocidente foi levantado em prol do temor das autoridades religiosas e governamentais e consegui, sob ameça de penalidades infernais, criar hierarquias e organizações eficazes, mas brutais.
 

Sob rigor e educação pregados pelas igrejas, mesquitas e sinagogas, Ocidente e Oriente Médio cresceram, desenvolveram impérios, estabeleceram rotas comerciais, negociavam escravos e exploravam colónias subservientes.  Quando as regras e a severidade foram eliminadas e substituidas por “liberdade individual” , certa desordem instalou-se.
 

O Ocidente entrou em festividades e malabarismos sociais a partir dos anos -60,  “livre” de autoridades fortes, sem obrigação a manter uma ética conservadora como antes. Sem base firme em culturas e com as filosofias saudáveis para pensamento, independência e autoresponsabilidade trocados para consumismo, a estrutura do Ocidente desabou. Perdeu-se as autoridades em famíla, em religião e em governo. Em paralello emergiram vários paises inspirados pela filosofia Oriental, baseados em doutrinas como o budismo e o janaismo, que preparam as pessoas para concentração e progresso e pregam solidaridade e colaboração com família e sociedade.
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